De uns tempos pra cá eu venho notando o quão chata eu tenho ficado em relação a blogs e revistas que visito ou compro. Todos os blogs que eu seguia de um tempo para cá acabaram ficando meio "monetizados" demais. Não tenho problema com quem vende a vida no blog. Meu problema é que não é isso que eu quero ler. Tenho curtido/procurado muitos blogs de lifestyle, com fotografias bonitas e um texto sincero sobre algum assunto random. Blogs costumavam ser sobre pessoas e não sobre coisas.
Eu também sinto que o nível das revistas que estão disponíveis no brasil são bem ruins. Elas estão apenas assumindo que você é burra e rica. Já vi revistas com matérias repetidas (do tipo texto IGUALZINHO) e uma matéria do tipo "seja quem você quiser! coma o que você quiser! seja sua própria mulher!" seguida por trinta páginas da nova dieta e exercícios da pugli que vai te ajudar a ter um novo boy que te paga tudo.
Os blogs acabam seguindo o mesmo caminho. 15 blogs falando do mesmo batom com o mesmo texto na mesma semana. Vi o blog de uma menina famosa e nas quatro primeiras páginas as postagens nem eram dela, mas de contribuidoras do blog. Como eu disse: não ligo. Mas eu quero ler sobre pessoas. Quero ver fotos bonitas e posts engraçados sobre uma situação inusitada. Quero ver um post sobre um produto que a pessoa realmente gostou de verdade, que eu vou comprar e não vai ser cilada na certa. Essa era uma das diferenças dos blogs e revistas (ao meu ver): tinha uma pessoa ali, que tinha opinião própria e podia escrever qualquer coisa ali "perto de você". Tá faltando toda uma aproximação e um feeling que não existe mais.
Mas eu reconheço que isso é difícil. É difícil tirar fotos bonitas todos os dias para ter conteúdo, ter paciência e tempo para editar todas e postar. Eu até tento. Tiro umas fotos mais ou menos com o celular e tento não abandonar.
Acho que é um post meio rant e meio aleatório mas apenas um pedido: vendam seus blogs mas não vendam suas almas. Tirem fotos dos seus dias e postem mais. Eu sinto falta de vocês.
29.1.16 / micro dramas, reclamacao
is this for sell?
20.1.16 / livros, previously in
previously on 2015

Eu curto bastante fazer um vale a pena ver de novo e ver meus livros preferidos do ano que passou. Anoto todos os livros que eu leio + o mês do ano no meu bullet journal, se eu quero comprar ou se eu tenho. É um bom controle para saber das leituras (e é mais fácil do que o skoob e goodreads). Eu tenho a maioria dos livros que eu mais gostei (os outros li no kindle), mas pretendo comprar todos os físicos também.
Em 2015 li 60 livros (certinho!), sem contar os da faculdade porquê eu não conto livros que eu não queria ler. O gênero dominante provavelmente foi fantasia, que é o meu gênero preferido. Eu tentei cumprir o desafio literário, mas falhei miseravelmente porquê não achei muitos livros que se encaixassem então deixei quieto.
Throne of Glass é um pouco roubado porquê eu estou falando da série inteira (li todos os lançados aka 5) e não de um livro só. Começou bem mais ou menos, achei meio bobo, muito romântico e terminou TOP. Adoro livros de fantasia e adorei o mundo que a autoria criou, a maneira como ela dá nó nas pontas soltas de história a cada livro e gosto bastante de todos os personagens.
Já mais para o lado cult/clássico, o livro O sol é para todos, conquistou meu coração. Eu sempre quis ler, mas antes de relançarem só era possível achar em sebos e nada por menos de 150 reais. Eu até tenho o livro em inglês, mas o vocabulário é bem especifico, então nunca consegui ler direito até ser lançado em português. Achei a Scout uma fofa e achei bem interessante ver um olhar 'inocente' e infantil sobre o racismo numa época onde isso era uma coisa normal e esperada.
Outro livro que eu amei e é biográfico (genero que eu normalmente não curto muito) foi A Arte de Pedir da Amanda linda Palmer. Nem sei quanto tempo faz que eu sou gamada nessa moça linda (desde dresden dolls? antes?). O livro conta bastante da história dela de um jeito muito leve e engraçado e tem um ensinamento: pedir ajuda é permitido.
Já Uma Chama Entre as Cinzas da Sabaa Tahir é outro YA de fantasia que gostei muito. Tem uma sociedade meio distópica meio greco-romana, bem pouco de romance e aqueles vilões que são vilões de verdade. Gostei bastante da narrativa, que é alternada entre os dois personagens principais, o que normalmente não me agrada porquê os autores quase nunca conseguem dar um tom diferente para cada um. Quero o segundo já.
The Raven Boys merece um troféu de ouro. Definitivamente a melhor série do ano e provavelmente que eu já li na vida, virou um dos meus livros favoritos e eu não aguento mais esperar pela conclusão da série The Raven King (e ao mesmo tempo não quero porquê tudo acaba e o gansey morre. #RIPGansey2016). Leia a sinopse que a autora escreveu e vai na fé amiga.
Outra série que eu quero muito ler o ultimo livro é Fúria Vermelha do Pierce (lindo) Brown. Acho que foi o primeiro livro que eu li em 2015 e logo fui procurar o segundo para ler. Ai terminei de ler o segundo numa madrugada e fiquei de boca aberta com o final.
Quando eu procurei As Estranhas e Belas Magoas de Ava Lavender para baixar foi meio que só por ler, porquê já tinha visto a capa e achado bonita e "porquê não?". Eu não sei nem como descrever o livro. O título é o suficiente. É estranho, belo e triste. Terminei de ler e fiquei deitada na cama ouvindo música triste pelo resto do dia.
O Six Of Crows foi um livro que eu fiquei esperando desde sempre. A autora é a mesma da trilogia grisha, que eu li e adorei. No facebook ela começou a postar uns teasers dessa série e eu acompanhei desde o começo. Quando lançou eu não me decepcionei. A história é cheia de aventura e personagens lindos e tem aquele ar de 'mistério', ou melhor, de 'plano', quando precisam fazer um plano infalível para completar uma missão e até quando coisas dão errado você descobre que era parte do plano.
Os dois próximos livros são meio tensos. Tanto Norwegian Wood quanto All the bright places são livros sobre depressão e suicidio. Enquanto no livro do Murakami a história foca mais no personagem principal, rodeado por pessoas suicidas e como ele vive com isso o da Jennifer Niven é um pouco mais leve, mas me fez chorar muito, seguindo um casal que se encontra por acaso, uma menina que perdeu a irmã e um menino que sempre foi um pouco depressivo.
O ultimo da lista, mas que eu também amei foi A Darker Shade of Magic cheio de magia, londres(ses?), ladras carismáticas, magos carismáticos, príncipes carismáticos e zero romance (apesar que o tumblr já shippa casais inexistentes). Para variar, quero a continuação e também quero o livro físico.
18.1.16 / listas
minha vida em listas
Ou: minhas resoluções para 2016.
Eu não gosto da palavra metas ou resoluções. Metas parece alguma coisa que você tem que bater, um numero que fica te encarando e que se você cumprir fica "ok.. cadê meu premio em barras de ouro que valem mais do que dinheiro?" e que se não cumprir fica ali para te jogar na cara que você é um boooosta. ok, too much. Resoluções parece uma palavra tão babaca tipo empoderamento ou jujuba. Não tenho nada contra essas coisas, mas essas palavras são babacas. É uma palavra que quer ser mais do que é, tipo agora com essa listinha cê vai resolver sua vida miga. Não vai. Mas eu fiz as minhas porquê eu sou dessas que gosta de olhar para trás e dar uma revisada em como eu posso me tornar um ser humano menor (ou pelo menos, menos babaca).
Eu até escrevi grande parte dessas resoluções no meu bullet journal, as mais pessoais que são para lembrar todo dia quando eu tiver querendo mandar todo mundo a merda. Aqui vão as mais genéricas, mas igualmente importantes:
Ler pelo menos um livro em inglês por mês. Lembro uns anos atrás (2 ou três) quando eu queria ler livros que não haviam sido lançados no brasil e eu não tinha como, porquê achava que o meu nivel de inglês não ia ser o suficiente. Depois que comprei o kindle essa decisão ficou mais fácil. Se eu não conseguisse ler era só abandonar e palavras desconhecidas estavam a um clique do significado. Depois disso eu estou surpresa com a quantidade de livros em inglês que eu estou lendo. Só para deixar uma 'meta' de ler pelo menos um por mês, para não perder o pique. (Janeiro já foram 2!)
Manter contato com as pessoas. Sou dessas que tem preguiça de ligar, de responder, de conversar. Só que assim ninguém lembra de mim. Não os culpo. Por isso quero tentar manter contato com pessoas (para ajudar já tive uma reunião super legal com o pessoal que estudei e parece que vai ser fácil de manter contato).
Tirar mais fotos. Essa é sempre minha resolução, mas eu sempre acabo me perdendo um pouco. Quando eu tinha iphone era mais fácil, porque a resolução era ótima e não precisava carregar um trambolho de camera. Não que eu pen$e em voltar para o iphone, mas ainda assim é minha resolução. Natalia do futuro: se vira miga.
Postar mais. Queria fazer pelo menos algumas séries fixas, tipo aquele monthly reads que eu fiz no ano passado. Para isso eu preciso: A) Fotos. B) Força de vontade. Não sei qual o mais dificil. Pelo menos agora faz pouco tempo que fiz uma viagem para argentina, então posso liberar umas fotos de tempos em tempos.
Escrever mais. Mesmo que seja qualquer coisa. Eu sempre invento histórias na minha cabeça e eu sinto que se fosse algo que eu continuasse poderia virar... alguma coisa? De qualquer maneira, escrever mais seria uma coisa boa.
Eu não gosto da palavra metas ou resoluções. Metas parece alguma coisa que você tem que bater, um numero que fica te encarando e que se você cumprir fica "ok.. cadê meu premio em barras de ouro que valem mais do que dinheiro?" e que se não cumprir fica ali para te jogar na cara que você é um boooosta. ok, too much. Resoluções parece uma palavra tão babaca tipo empoderamento ou jujuba. Não tenho nada contra essas coisas, mas essas palavras são babacas. É uma palavra que quer ser mais do que é, tipo agora com essa listinha cê vai resolver sua vida miga. Não vai. Mas eu fiz as minhas porquê eu sou dessas que gosta de olhar para trás e dar uma revisada em como eu posso me tornar um ser humano menor (ou pelo menos, menos babaca).
Eu até escrevi grande parte dessas resoluções no meu bullet journal, as mais pessoais que são para lembrar todo dia quando eu tiver querendo mandar todo mundo a merda. Aqui vão as mais genéricas, mas igualmente importantes:
Ler pelo menos um livro em inglês por mês. Lembro uns anos atrás (2 ou três) quando eu queria ler livros que não haviam sido lançados no brasil e eu não tinha como, porquê achava que o meu nivel de inglês não ia ser o suficiente. Depois que comprei o kindle essa decisão ficou mais fácil. Se eu não conseguisse ler era só abandonar e palavras desconhecidas estavam a um clique do significado. Depois disso eu estou surpresa com a quantidade de livros em inglês que eu estou lendo. Só para deixar uma 'meta' de ler pelo menos um por mês, para não perder o pique. (Janeiro já foram 2!)
Manter contato com as pessoas. Sou dessas que tem preguiça de ligar, de responder, de conversar. Só que assim ninguém lembra de mim. Não os culpo. Por isso quero tentar manter contato com pessoas (para ajudar já tive uma reunião super legal com o pessoal que estudei e parece que vai ser fácil de manter contato).
Tirar mais fotos. Essa é sempre minha resolução, mas eu sempre acabo me perdendo um pouco. Quando eu tinha iphone era mais fácil, porque a resolução era ótima e não precisava carregar um trambolho de camera. Não que eu pen$e em voltar para o iphone, mas ainda assim é minha resolução. Natalia do futuro: se vira miga.
Postar mais. Queria fazer pelo menos algumas séries fixas, tipo aquele monthly reads que eu fiz no ano passado. Para isso eu preciso: A) Fotos. B) Força de vontade. Não sei qual o mais dificil. Pelo menos agora faz pouco tempo que fiz uma viagem para argentina, então posso liberar umas fotos de tempos em tempos.
Escrever mais. Mesmo que seja qualquer coisa. Eu sempre invento histórias na minha cabeça e eu sinto que se fosse algo que eu continuasse poderia virar... alguma coisa? De qualquer maneira, escrever mais seria uma coisa boa.
14.12.15 / aleatório, gifs, reclamacao
o livro do meu role
featuring harry potter gifs.
Vou contar uma histórinha sobre meu grupo de amigos. Tem uma menina (X) nesse grupo (a mais "antiga") que morre de ciúmes dos amigos dela (aka os meninos). Eu já me desentendo com ela faz um tempo, mas eu sempre levo na boa porque né, vamos criar causo por frescura não. Ela sempre gosta de você até que você discorde dela, ai você é a pior pessoa do mundo. Enfim.
Outro dia (faz tempo) ela levou uma amiga de fora: a menina (Y) tinha um ex estranho, tentou matar ela, enfim, esses negócios tensos que uma mulher passa na vida. Ela não só largou a menina com a gente e sumiu algumas vezes como continuou trazendo a menina.

A menina em questão é super gente boa e tranquila. Ela não fala muito e tem um senso de humor estranho. Ou seja, viramos melhores amigas. Como ela continuou trazendo a menina no role continuamos falando com ela. Eis que:
Capitulo 1: O convite

No aniversário de uma das amigas eu sentei ao lado dessa menina e comecei a conversar com ela e acabei fazendo um convite para que ela passasse o ano novo com a gente e ela acabou aceitando, só que precisávamos ir na casa dela para que os pais dela nos conhecessem.
Capitulo 2: A vida continua

A menina continua aparecendo num role ou outro. Continuamos a falar com ela. Ela nos convida para ir na cada dela e tudo certo. Certo? Até que:
Capitulo 3: O grupo sem a menina Y

A menina X cria um grupo sem a menina Y. Sim, ela cria um grupo no celular sem a amiga que ELA apresentou pra gente e fez a gente adicionar em tudo quanto é lugar. Ai ela começa a falar que a menina está muito enxerida saindo muito com os "amigos dela". Todo o resto do grupo fala que é besteira. A menina X continua com o mimimi infinito
Capitulo 4: O climão

Que envolve conversar e sair com uma pessoa sendo que todas as outras estão sabendo de alguma coisa a mais que ela mas ninguém quer contar. Ai o clima com a menina X continua uma bosta, porquê ela está buscando pelo em ovo para não sair mais com a menina.
Capitulo 5: Minha festa de ano novo

Tá. Para que essa história toda você diz? Esse ano eu resolvi fazer uma festinha de ano novo. Coisa simples, um churrasquinho, cervejas e conversas de noite. Simples. Convido todos (porque para mim já deu de mimimi). Todos falam que vão. Ai que: a menina X diz que vai. Ai ela diz que não vai mais porquê está sem dinheiro. Ai ela diz que é meio por causa da menina meio porquê ela """"PRECISA""""" passar o ano novo na praia.
Ok.


Agora o segundo livro do meu rolê vai ser escrito se as pessoas resolverem ir pra praia no ano novo e eu ficar sozinha.
Vou contar uma histórinha sobre meu grupo de amigos. Tem uma menina (X) nesse grupo (a mais "antiga") que morre de ciúmes dos amigos dela (aka os meninos). Eu já me desentendo com ela faz um tempo, mas eu sempre levo na boa porque né, vamos criar causo por frescura não. Ela sempre gosta de você até que você discorde dela, ai você é a pior pessoa do mundo. Enfim.
Outro dia (faz tempo) ela levou uma amiga de fora: a menina (Y) tinha um ex estranho, tentou matar ela, enfim, esses negócios tensos que uma mulher passa na vida. Ela não só largou a menina com a gente e sumiu algumas vezes como continuou trazendo a menina.

A menina em questão é super gente boa e tranquila. Ela não fala muito e tem um senso de humor estranho. Ou seja, viramos melhores amigas. Como ela continuou trazendo a menina no role continuamos falando com ela. Eis que:
Capitulo 1: O convite

No aniversário de uma das amigas eu sentei ao lado dessa menina e comecei a conversar com ela e acabei fazendo um convite para que ela passasse o ano novo com a gente e ela acabou aceitando, só que precisávamos ir na casa dela para que os pais dela nos conhecessem.
Capitulo 2: A vida continua

Capitulo 3: O grupo sem a menina Y

A menina X cria um grupo sem a menina Y. Sim, ela cria um grupo no celular sem a amiga que ELA apresentou pra gente e fez a gente adicionar em tudo quanto é lugar. Ai ela começa a falar que a menina está muito enxerida saindo muito com os "amigos dela". Todo o resto do grupo fala que é besteira. A menina X continua com o mimimi infinito
Capitulo 4: O climão

Que envolve conversar e sair com uma pessoa sendo que todas as outras estão sabendo de alguma coisa a mais que ela mas ninguém quer contar. Ai o clima com a menina X continua uma bosta, porquê ela está buscando pelo em ovo para não sair mais com a menina.
Capitulo 5: Minha festa de ano novo

Tá. Para que essa história toda você diz? Esse ano eu resolvi fazer uma festinha de ano novo. Coisa simples, um churrasquinho, cervejas e conversas de noite. Simples. Convido todos (porque para mim já deu de mimimi). Todos falam que vão. Ai que: a menina X diz que vai. Ai ela diz que não vai mais porquê está sem dinheiro. Ai ela diz que é meio por causa da menina meio porquê ela """"PRECISA""""" passar o ano novo na praia.
Ok.

Pior que agora as outras pessoas estão querendo ir pra praia também. Três pessoas já acharam uma ideia muito legal. Qual o problema Natalia? Porquê não ir para a praia? Que tipo de ser humano horrível você é? Bem, no dia 2 de janeiro eu viajo, então eu precisaria voltar dia 1 (já que dia 2 eu preciso fazer mala, trabalhar e não posso de jeito nenhum perder o avião). Eu já disse isso para todos quando estávamos combinando o que fazer. Eu sugeri que fossemos acampar na praia se pudéssemos voltar dia 1.

Agora o segundo livro do meu rolê vai ser escrito se as pessoas resolverem ir pra praia no ano novo e eu ficar sozinha.
7.12.15 / visual journal
who is in control?
Essa ultima semana foi um pouco caótica, com provas finais e a primeira entrega do TCC. Envolveu muito café e pouco estudo, porque o sétimo semestre já deu e eu não tinha a minima vontade de estudar para nenhuma prova e estou mais a deus dará e tanto faz.
Na terça resolvi passar no starbucks com o material que eu deveria ler, mas o atendimento estava tão lento que de entrar, pagar e pegar o café foram 30 minutos e eu já estava atrasada para a prova, acabei ficando pela minha própria sorte. Conclusão: um 10. Não sei como, mas a sorte estava do meu lado.
Saí um pouco cedo e resolvi passear pela paulista porque: sim. Também acabei comprando dois livros que eu queria muito na cultura, paguei mais caro que na internet mas não me lembro de ter ficado tão feliz ultimamente quanto nesse dia.


Outro dia acabei passando no starbucks (e foi bem mais rápido), mas ao invés de estudar eu fiquei lendo ou tentando. Tinha um grupo muito legal que achou ótimo ficar gritando e rindo muito alto enquanto todas as outras pessoas conversavam normalmente e tentavam fazer suas coisas.
Até ler, que é bem fácil para mim, não importa muito o ambiente, foi impossível. Saí da lá um pouco frustrada e com a lembrança de que o starbucks legal e quieto fica na augusta.


Passei também no sebo subterrâneo, entrada da linha amarela, mas só para dar uma olhadinha rápida e umas fotos. É bem legal se você conseguir ignorar o cheiro de xixi de mendigo e nenhum sistema de organização. Aliás esse é um dos motivos que eu não gosto de comprar em sebos: as vezes é impossível achar algum livro especifico, ou um autor, ou até mesmo conseguir ler o título de tão amontoado que tudo está.

No sábado eu estava co vontade monstra de comer uma pizza muito gostosa que eu descobri do lado de casa. O lugar é super hispter e como todo lugar hipster ele segue algumas regras: minusculo (desses que a mesa mal cabe as duas pessoas e você tem que tomar cuidado para não esbarrar no garçom quando for cortar as coisas), caro (muito), coisas exóticas (tipo ~drinks~ numa pizzaria, cardápio velho numa prancheta e a conta vem num potinho de ~artes~) e garçons cheios de tatuagem e estilosos.
A diferença desse e dos outros lugares hipsters que eu conheço é que esse, na minha opinião, vale a pena. A pizza é muito boa, diferente de todas que eu comi, com massinha gostosa, bastante molho e recheio gostoso. Aliás sempre tem alguém que foi conhecer o lugar e está falando o quão gostoso é.

E no domingo fui me reunir novamente com o grupo do tcc (e me estressar mils) e lembrei que a paulista estava fechada para carros para desespero do Serra estava cheio de bonitos andando de bicicleta, comendo e até fazendo passeata/intervenção/alguma coisa.
Se eu não precisasse voltar logo para resolver umas coisas eu podia ter ficado lá e tirado umas fotos. Quem sabe um outro domingo.
Na terça resolvi passar no starbucks com o material que eu deveria ler, mas o atendimento estava tão lento que de entrar, pagar e pegar o café foram 30 minutos e eu já estava atrasada para a prova, acabei ficando pela minha própria sorte. Conclusão: um 10. Não sei como, mas a sorte estava do meu lado.
Saí um pouco cedo e resolvi passear pela paulista porque: sim. Também acabei comprando dois livros que eu queria muito na cultura, paguei mais caro que na internet mas não me lembro de ter ficado tão feliz ultimamente quanto nesse dia.


Outro dia acabei passando no starbucks (e foi bem mais rápido), mas ao invés de estudar eu fiquei lendo ou tentando. Tinha um grupo muito legal que achou ótimo ficar gritando e rindo muito alto enquanto todas as outras pessoas conversavam normalmente e tentavam fazer suas coisas.
Até ler, que é bem fácil para mim, não importa muito o ambiente, foi impossível. Saí da lá um pouco frustrada e com a lembrança de que o starbucks legal e quieto fica na augusta.


Passei também no sebo subterrâneo, entrada da linha amarela, mas só para dar uma olhadinha rápida e umas fotos. É bem legal se você conseguir ignorar o cheiro de xixi de mendigo e nenhum sistema de organização. Aliás esse é um dos motivos que eu não gosto de comprar em sebos: as vezes é impossível achar algum livro especifico, ou um autor, ou até mesmo conseguir ler o título de tão amontoado que tudo está.

No sábado eu estava co vontade monstra de comer uma pizza muito gostosa que eu descobri do lado de casa. O lugar é super hispter e como todo lugar hipster ele segue algumas regras: minusculo (desses que a mesa mal cabe as duas pessoas e você tem que tomar cuidado para não esbarrar no garçom quando for cortar as coisas), caro (muito), coisas exóticas (tipo ~drinks~ numa pizzaria, cardápio velho numa prancheta e a conta vem num potinho de ~artes~) e garçons cheios de tatuagem e estilosos.
A diferença desse e dos outros lugares hipsters que eu conheço é que esse, na minha opinião, vale a pena. A pizza é muito boa, diferente de todas que eu comi, com massinha gostosa, bastante molho e recheio gostoso. Aliás sempre tem alguém que foi conhecer o lugar e está falando o quão gostoso é.

E no domingo fui me reunir novamente com o grupo do tcc (e me estressar mils) e lembrei que a paulista estava fechada para carros para desespero do Serra estava cheio de bonitos andando de bicicleta, comendo e até fazendo passeata/intervenção/alguma coisa.
Se eu não precisasse voltar logo para resolver umas coisas eu podia ter ficado lá e tirado umas fotos. Quem sabe um outro domingo.
2.12.15 / livros, monthly reads
lidos: novembro
Em novembro acabei lendo pouco por dois motivos: TCC e Jessica Jones. A entrega final do TCC foi no dia 30 de novembro e eu estava um pouco louca no processo o que inclui: gritar com membros do grupo, bater a cabeça na parede, conversas de whatsapp infinitas e conviver com a folga alheia. Ou seja: estou um pouco surtada.
Já Jessica Jones virou uma série muito legal que eu não imaginava que podia gostar tanto. Amo como a série faz as criticas sutis ao machismo, um vilão que objetifica mulheres e abusa delas emocionalmente e fisicamente, mas sem a necessidade de explorar e vender isso na tela igual muitos show fazem *cof cof Game of Thrones* para mostrar o quão malvado o vilão é. Tem uma protagonista forte e linda. Mal te conheço e te considero pacas Jessica.
Tudo isso para falar que: li apenas três livros esse mês. Considerando que um deles tem mais de 800 páginas eu acho que tá de bom tamanho. Também fiquei meio bolada que foram lidos apenas ebooks (e eu tenho vários físicos aqui esperando para serem lidos). Oh well.
A Profecia | David Seltzer | 1976 | PT | 2/5
O livro foi lido para o clube do livro que eu participo e não foi o melhor nem o pior livro que eu li esse ano. Bem aqueles livros que entram na categoria "meh". A história já é bem manjada: uma criança que é o filho do capeta, veio para destruir o mundo, apocalipse, bla bla bla. Por ser de '76 eu até entendo o tema ser "manjado" porquê na época devia ser algo novo e assustador, mas hoje eu já vi uns 4 filmes com a mesma proposta. Como eu li o livro meio que por obrigação eu não curti muito e nem vou falar muito sobre ele.
A Darker Shade Of Magic | V. E. Schwab | 2014 | EN | 5/5
Senti que eu demorei um pouco para ler o livro, para "pegar no tranco", mas depois de um tempo foi apenas amor. Adoro como a Lila é sarcástica e forte, sempre buscando alguma aventura. O Kell é fofo, uma coisinha linda. Um dos pontos positivos é que o livro é completamente fora do foco do romance. Quer dizer, nem há um romance entre os dois, então lá se vai o ship. Vi que será lançado aqui no Brasil e estou pensando se compro o livro físico em inglês ou português.
Winter | Marissa Meyer | 2015 | EN | 3/5
Um dos meus maiores problemas com o livro é a falta de um plano. Cinder precisa entrar em Luna e juntar aliados para a revolução dela. E mesmo conhecendo Levana, sabendo que as coisas sempre dão errado, eles vão para lá com um plano bem mais ou menos, meio que rezando para que nada dê errado. Isso não acontece apenas uma vez, mas umas três, pelo menos e o livro forma um padrão de gato e rato entre Cinder e Levana. Acho que isso fez com que o livro ficasse muito arrastado nas suas 800+ páginas. Você já sabe como as coisas vão acontecer e isso acaba sendo um pouco frustrante.
Eu também me irrito um pouco em como o romance aparece em algumas horas onde é questão de vida ou morte e a galera fica declarando o amor e brigando.
O começo foi super legal, li até os 50% do livro muito rápido, mas depois foi dando uma estagnada e demorei mais de uma semana para terminar a outra metade.
Já Jessica Jones virou uma série muito legal que eu não imaginava que podia gostar tanto. Amo como a série faz as criticas sutis ao machismo, um vilão que objetifica mulheres e abusa delas emocionalmente e fisicamente, mas sem a necessidade de explorar e vender isso na tela igual muitos show fazem *cof cof Game of Thrones* para mostrar o quão malvado o vilão é. Tem uma protagonista forte e linda. Mal te conheço e te considero pacas Jessica.
Tudo isso para falar que: li apenas três livros esse mês. Considerando que um deles tem mais de 800 páginas eu acho que tá de bom tamanho. Também fiquei meio bolada que foram lidos apenas ebooks (e eu tenho vários físicos aqui esperando para serem lidos). Oh well.

A Profecia | David Seltzer | 1976 | PT | 2/5
O livro foi lido para o clube do livro que eu participo e não foi o melhor nem o pior livro que eu li esse ano. Bem aqueles livros que entram na categoria "meh". A história já é bem manjada: uma criança que é o filho do capeta, veio para destruir o mundo, apocalipse, bla bla bla. Por ser de '76 eu até entendo o tema ser "manjado" porquê na época devia ser algo novo e assustador, mas hoje eu já vi uns 4 filmes com a mesma proposta. Como eu li o livro meio que por obrigação eu não curti muito e nem vou falar muito sobre ele.
A Darker Shade Of Magic | V. E. Schwab | 2014 | EN | 5/5
"I'm not going to die," she said. "Not till I've seen it."Consegui ler um livro que eu tinha proposto para ler na minha lista e fiquei muito feliz! Amei o livro de verdade e me apaixonei pelo Kell e pela Lila. Sinope curta: Várias Londres, mágica e ladras que se vestem de homem. Como sempre eu sou muito suspeita para falar de séries de fantasia, mas eu estou louca pela continuação.
"Seen what?"
Her smile widened. "Everything."
Senti que eu demorei um pouco para ler o livro, para "pegar no tranco", mas depois de um tempo foi apenas amor. Adoro como a Lila é sarcástica e forte, sempre buscando alguma aventura. O Kell é fofo, uma coisinha linda. Um dos pontos positivos é que o livro é completamente fora do foco do romance. Quer dizer, nem há um romance entre os dois, então lá se vai o ship. Vi que será lançado aqui no Brasil e estou pensando se compro o livro físico em inglês ou português.
Winter | Marissa Meyer | 2015 | EN | 3/5
“Yeah, but broken isn't the same as unfixable.”Como eu disse: eu não sabia que esperava tanto de Winter até pensar sobre ele e começar a ler. Apesar de eu ter gostado do livro no geral eu acabei não gostando de algumas coisas e no final acho que o saldo foi meio a meio. A personagem do livro, Winter, mal aparece. Gosto bastante das loucurinhas dela e da bondade, mas a inocência já é um pouco forçada.
Um dos meus maiores problemas com o livro é a falta de um plano. Cinder precisa entrar em Luna e juntar aliados para a revolução dela. E mesmo conhecendo Levana, sabendo que as coisas sempre dão errado, eles vão para lá com um plano bem mais ou menos, meio que rezando para que nada dê errado. Isso não acontece apenas uma vez, mas umas três, pelo menos e o livro forma um padrão de gato e rato entre Cinder e Levana. Acho que isso fez com que o livro ficasse muito arrastado nas suas 800+ páginas. Você já sabe como as coisas vão acontecer e isso acaba sendo um pouco frustrante.
Eu também me irrito um pouco em como o romance aparece em algumas horas onde é questão de vida ou morte e a galera fica declarando o amor e brigando.
O começo foi super legal, li até os 50% do livro muito rápido, mas depois foi dando uma estagnada e demorei mais de uma semana para terminar a outra metade.
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